"A gente vive buscando garantias. Queremos que dê certo, queremos fazer dar certo, lutamos para colocar tudo nos trilhos, nos eixos. Mas a vida segue seu ritmo. Os sentimentos têm seus próprios passos de dança. E de vez em quando somos obrigadas a ensaiar um novo passo. Nem sempre dura. Nem sempre é eterno. Nem sempre é como um sonho bom. E precisamos lidar com isso. Nem que seja na marra. Nem que tenha que engolir o choro e de vez em quando forçar um ou outro sorriso.
— Clarissa Corrêa
"Eu não deixei de pensar em você, apenas deixei de fazer questão que você soubesse disso. Eu não esqueci o passado, apenas estou vivendo o presente pois sei que é ele que importa. Eu não deixei de te amar, apenas comecei a viver o amor mais importante que existe: o amor próprio.
— Sibilar
"A tristeza? Vem me acompanhando sempre, junto com a Carência e a Solidão que vem sendo minha melhor amiga nesses últimos dias. Me sinto desamparada, fraca, vulnerável a tudo e a todos. Sensível demais. Se importando por coisas bobas, mais que vem me machucando bastante. Estou confusa com o que sinto. Não me sinto bem. Não consigo sorrir sem demonstrar tristeza, meus sorrisos não são de felicidade [ … ] Está doendo, mais muito mesmo, que quando não cabe mais as lágrimas acabam falando por mim mesma. Meus olhos andam inchados por tanto chorar. Minhas forças se esgotaram, se enfraqueci com meus próprios disfarces.
— (an-unhappy-giirl)
"Eu já me machuquei demais, essa ponte fria é só uma casca pra esconder minha fragilidade, esse perfume forte é só pra abafar a doçura que é meu coração. Eu sou uma manteiga derretida, qualquer coisa me toca ou me arde. Tenho sede por vida, mas sempre estou disposta a perdoar e amar novamente. E é isso que me atraso, moço! Nunca consigo jogar as coisas fora… Nunca parto pro novo. Gosto das essências que me segue e que me agrada. Sou feita de cores, flores, borboletas e estrelas.
— Clara Rangel.
"Espero que você pense em mim de vez em quando, só para eu não me sentir tão patético por pensar em você o tempo todo.
— Tati Bernardi
"Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco: “Por favor, ajude-me, sou cego”. Um publicitário, da área de criação; que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas do publicitário e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito. O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris, e eu… Não posso vê-la”
— Desconhecido